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segunda-feira, 21 de maio de 2012

O terror e os negócios

Oi gente!
 
Esta semana o movimento da Loja Virtual chamou a atenção! O número de fãs aumenta diariamente, oba! E ainda temos espaço para muito mais, então: venham todos! Vocês levam nossos filmes, Mangue Negro e A Noite do Chupacabras; as máscaras, camisas e canecas com a marca Fábulas Negras para todos os cantinhos do Brasil (e chegou na Alemanhã também!).

Muito obrigada galera! Nada disto seria possível sem o apoio do nosso público!  

Cartaz, oficial, edição Mangue Negro na Alemanhã
 O parceiro de São Paulo, O Cara dos Quadrinhos, que fica na Galeria do Rock, já avisou que precisa repor o estoque também. Hum... Parece que esse tal terror é um ótimo negócio! Bem, ao menos pra nós que já estamos no gênero há mais de 15 anos com casa de terror; performance em festa temática; prestação de serviço para teatro, TV e cinema; ornamentação; A Caravana – trupe de atores caracterizados; participação em eventos; Mostra de Cinema Fantástico – CineTerror na Praia.

Obviamente que o caminho é longo e cheio de percalços. Em alguns momentos desistir parecia ser a decisão mais racional. Porém, quem é a razão para conseguir calar o desejo pungente pelo terror?! Assim, continuamos. Eis que um belo dia a gente acorda com aquela sensaçãozinha de: Conseguimos! E imediatamente desejamos mais, outros, novos, tudo. Durante o percurso laçamos um ou outro novo amigo e a classe vai prosperando de pouco em pouco. Aguardem notícias pessimistas incrédulos!

Porque Mar Negro traz peixe grande das profundas águas de Perocão, onde o nosso mostro repousa. E quem ataca novamente é Walderrama dos Santos: velho amigo, músico de prestigio no Espírito Santo, ator pra sempre registrado em Mangue Negro, Chupacabras no longa de 2011 e Chupacabras no curta de 2006, e agora, presença em dobro no último filme da sangrenta trilogia de Rodrigo Aragão.


Walderrama dos Santos manipulou o boneco, Chiquinho, em Mangue Negro
Walderrama interpreta a estranha criatura marinha que sofreu mutação por causa da mancha negra, o Baiacu-Sereia. No terceiro bloco de filmagens ele volta maquiado, literalmente, dos pés até a cabeça para encarnar Albino. Que flerta com o lado oculto do misticismo pelo amor da Janaína. Além da força dramática do personagem, ele tem completa autonomia no enredo, o que lhe garante um futuro promissor.   

O rapaz que segura a Machadinha do Luiz é versátil e talentoso. Conquistou o respeito do Monstrólogo e ganhou, por mérito, o posto Diretor de Cenografia da Casa. É Raquel... Fica ligada porque Janaína, mulher cheia de volúpia, está chegando! Façam suas apostas! Que eu continuo na torcida pelo sucesso de Walderrama dos Santos.

Muito obrigada pelo carinho que recebemos de todos Vocês!

Até semana que vem!!!

Kika 
Raquel e Luiz na cena final de Mangue Negro

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pré-produção à todo vapor


Oi gente!

O blog é leitura ideal para desintoxicação de páscoa e nem precisa de receita médica. É uma satisfação estar com vocês!

A semana passada foi época de comer um prato típico do nosso Estado, a deliciosíssima Torta Capixaba. Iguaria a base de frutos do mar para aqueles que têm o costume de não comer carne vermelha nesse período. Credos e tradições a parte é uma maravilha, mas vamos ao que interessa: Fábulas Negras!   

Já iniciamos uma conversa sobre o roteiro e a urgência de adaptação por causa do orçamento. Finalizamos o tratamento com algumas melhorias e temos um texto mais coeso. Com diálogos preenchidos, locações definidas, alguns atores remanejados e datas para inicio e termino dessa fase da produção. Ufa... Serão vinte e oito dias de gravação, divididos em blocos (sete ou oito) com quatro dias de filmagens para cada um e com intervalos de algumas semanas entre os meses de junho/julho/agosto e setembro.

Para melhorar a visualização da etapa de filmagem, nós separamos todo o filme em pequenos blocos 

 Expliquei ou confundi?! Bem, cada realizador desenvolve o próprio método de produzir, este é do nosso Monstrólogo. Que precisa dos intervalos pra confeccionar os efeitos especiais das seqüências que chamou de: Abertura do filme; Casa do pescador Peroá; Bar do seu Otto, Luau e Seqüência Final. Assim, facilita a visualização do filme todo que é dividido e subdividido por setores e suas necessidades.

Também vamos explorar melhor nossa perspectiva bairrista, porque além de baratear os custos agrega mais valores da cultura capixaba. Como por exemplo, a entrada do ator de Guarapari, Tiago Ferri, que é também um realizador muito produtivo aqui. Ele encabeça a ABES Filmes Produção que participou da segunda edição da Mostra CineTerror na Praia e contribui para manter a tradição do Baixo Orçamento em solo espírito-santense. Toxo!

E ainda, motivo de orgulho: temos uma legítima vila de pescadores em Perocão com muitos causos pra contar. Outro dia o Rodrigo e a Mayra foram ao mercado comprar peixes e escutaram alguém gritar por Cavalo Cansado (nome do personagem do Ferri). O Monstrólogo olhou desconfiado, “por que estão chamando o ‘meu’ personagem?!”. Então se lembrou que caminhava pelas ruas do bairro e não nas linhas do roteiro e sorriu, “ah, é ‘o outro’ Cavalo Cansado!

O conept é do Eduardo Cardenas, a modelagem do Rodrigo Aragão e o monstro é o Peroá-zumbi 

E por fim, no último dia útil da semana fizemos o primeiro teste da fantasia do Baiacu-Sereia. Rodrigo e Ulisses debatiam se os movimentos do rosto − abrir e fechar os olhos e a boca (porque se trata de um animatrônico em tamanho natural),  seriam por controle remoto ou sistema de cabos; o Ronei dava gargalhadas pra conseguir entrar e depois sair de uma “roupa” feita sob medida para Walderrama dos Santos. E assim encerramos a fabulosa semana de testes com a fantasia, melhorias no roteiro e muita diversão.

Agradecemos muito o carinho de todos!
Até semana que vem!
Kika

Ronei Aragão realizando o primeiro teste com a fantasia Baiacu-Sereia

         

   


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Derramamento de sangue!


Oi Gente!

É sempre uma grande alegria estar aqui com Vocês! E quero começar nosso bate papo com uma dica super legal − quem precisar de um Homem Careca para o quadro, “repórter por um dia”, temos alguém habilitado pro serviço: é homem, é careca e não é repórter todos os dias! Bem... É verdade que o rapaz tem fixação por sangue e filmes de terror, assistam a matéria e leiam sobre o evento!

Sobre o assunto da semana, Mar Negro, hoje vamos apresentar alguns personagens e conflitos que estamos desenvolvendo no roteiro. É um conforto o roteirista ser também diretor (editor, ator, produtor, e ainda, O Cara da Maquiagem de Efeitos Especiais), porque no Baixo Orçamento o roteiro tem de ser vivo pra se adaptar e sobreviver aos infortúnios do set (o parágrafo é puro eufemismo pra falta de grana). Alguém precisa fazer o trabalho sujo: cortar, diminuir, remanejar. De um jeito ou de outro o filme sai.

O meu nada simpático maridinho... Concept de Rodrigo Aragão


Isso é o mais importante: o filme! Mesmo que ele ocupe três anos de nossas vidas, MangueNegro; ainda que a falta de recurso interfira na qualidade técnica, A Noite doChupacabras; e agora com o coração espremido, arrancamos um núcleo completo de Mar Negro. A boa notícia é que sobrou espaço para litros e mais litros e muitos litros de sangue e gosma que vão manchar de vermelho e preto toda a Fábulas Negras Produções Artísticas (nossa meta é chegar até a casa Unidade de Milhar).

Logo será nosso trabalho mais gore e com subtextos em Mangue e Chupacabras. Com direito a zumbis, Bar do Seu Otto e monstros marinhos. Também vamos explorar, sob uma perspectiva menos romântica, a química entre o par, Walderrama dos Santos e Kika Oliveira. Os novos personagens, Albino e Janaína não se concretizam como casal, mas o clima e a índole dessa relação fazem o contra ponto de Luiz e Raquel.

O passado da Janaína não é motivo de orgulho e ela aceita tudo sem muito sofrimento nem culpa. Casada com o pescador, Peroá (interpretado por Markus Konká) e bem receptiva aos galanteios dos homens da vila de pescadores. Albino (sim, é o Albino de Chupacabras) alvo de chacotas por causa da aparência, é angustiado pelo amor não correspondido e não economiza esforços, inclusive de magia negra, para conquistar Janaína. Mas esse é um conflito paralelo na trama sanguinolenta.     

Uma das cenas mais chocantes do filme, storyboard de Rodrigo Aragão


Sinopse 
Quando uma misteriosa mancha negra contamina peixes e crustáceos Janaína descobre que o marido, um velho pescador, voltou pra casa trazendo morte e destruição.  

Sendo o escopo do filme tão dramático quanto contaminação por petróleo dos mares e praias, infelizmente, não há outro final senão o trágico. Os otimistas que nos desculpem, mas os vaticínios estão todos os dias nos jornais... E viva o progresso! Deixamos nossa inocência em Mangue Negro, mas quando o dia-a-dia nos parece terrivelmente assustador, escutamos num sussurro que o fim ainda não chegou, “Raquel... Tem uma coisa que eu preciso te contar...”

Mangue Negro é também um lindo filme de amor


Muito obrigada a todos pelo carinho!
Não deixem de visitar a Loja Virtual e sempre que desejarem conversar conosco estaremos aqui no blog ou lá no e-mail, aragaofx@gmail.com

Kika



      

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Trabalho Fabuloso

Oi gente!
Adivinha quem chegou?! Tudo bem, uma dica: começa com sexta e termina com feira, facim né! Na verdade a sexta-feira já vai embora, ligeirinha esta dita-cuja.

Nossa que semana intensa, imploramos o merecido descanso. Começamos com o serviço braçal, literalmente um bota fora acompanhado de limpeza na oficina. Com isso, preparamos o ambiente para então − abrirmos os trabalhos, afinal, Mar Negro está crescendo e precisa de espaço. Ele toma formas monstruosas... Encerramos no escritório com o que Rodrigo costuma chamar de “tempestade cerebral”. Ai, tô zonza! Somos uma equipe versátil, nos adaptamos conforme a necessidade da casa. Quando o trabalho periga esgotar a energia, corremos para o mangue e besuntamos o espírito.

Rodrigo Aragão e ele, o manguezal

E ainda, o Monstrólogo e o Meu Monstro Favorito (no caso é o Walderrama dos Santos) sopraram as velinhas, dias 18 e 19 respectivamente. Rock doido, assim que o relógio badalou meia noite zeramos a festa de aniversário do Rodrigo e imediatamente iniciamos as comemorações do Walderrama, com direito a gritos do Chupacabras.

O presente veio num telefonema que aguardávamos com ansiedade. O DVD de, A noite do chupacabras está prontíssimo. Embarca da fábrica direto para Perocão. Estamos contando os dias e escancarando o sorriso. Para finalizar o processo de lançamento do filme, encomendamos camisas e canecas. Hum... Meu caro leitor, vou dar outra dica (estou muito generosa hoje), encomende sua peça no vendas@fabulasnegras.com e deixe o seu reservado, porque o meu tá garantido!

início das comemorações dos aniversariantes, Walderrama dos Santos e Rodrigo Aragão

E para fechar a semana, finalmente, depois de esperar o longo e sofrido 9 meses, a Ancine “pariu” nosso precioso Certificado de Produto Brasileiro. Será que é tão difícil assim gerar um número para registrar um filme nacional? Mistérios...
Pessoal, muito obrigada pelo carinho de todos.
Vou ali espiar o mangue, eita trabalho difícil.
Até semana que vem.
Kika

Kika Oliveira, Mangue Negro e o mangue

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Cinema de Bordas



Nos preparando mais uma vez para participar da Mostra de Cinema de Bordas no Itaú Cultural, com Curadoria de Bernadette Lyra, Laura Cánepa e Gelson Santana.

É sempre uma honra ser lembrados e convidados neste evento!... Desta vez, sem um curta para exibir, nem um longa (pois ainda não ficou pronto)... mas... fomos convidados, e temos o dever de mostrar alguma coisa, não é?

Então, este ano exibiremos 10 minutos do que será um filme de 90. Estes dez minutos de "A Noite do Chupacabras" passarão em primeiríssima mão, na abertura do festival, no dia 19 de abril, às 20 hs., no mesmo dia em que Joel Caetano (o nosso herói Douglas Silva) exibirá pela primeira vez ao público o novo curta da Recurso Zero Produções: "Estranha" (veja o teaser), que conta com a belíssima Mariana Zani no elenco, além dos nossos próprios mocinhos bordeiros, Kika Oliveira e Walderrama dos Santos (Mangue Negro). Também no evento, no dia 21, "O Doce Avanço da Faca" (confira matéria), de Petter Baiestorf (Canibal Filmes), quem interpretou o vilão mais vilão do cinema brasileiro: Ivan Carvalho.

A programação completa, você confere aqui

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

LANÇAMENTO DVD DUPLO MANGUE NEGRO



Após vários meses de espera e “enrolação”, por parte da distribuidora, a Fábulas Negras têm o prazer e o orgulho de anunciar:

O Lançamento Oficial do DVD Duplo de Mangue Negro...

Dia 09 de setembro estará disponível para vendas a través do nosso e-mail

vendas@fabulasnegras.com


Uma edição de luxo cheia de extras!!!, por um preço bem acessível, só R$30,00 (frete incluso)

Mais informações no nosso site:

www.manguenegro.com

www.fabulasnegras.com

segunda-feira, 5 de abril de 2010

DVD duplo!!!


Olá pessoal,

sei que isso do DVD duplo já parece uma lenda urbana... mas é sim uma realidade...
Estamos cada vez mais próximos de ver o nosso filme nas prateleiras, numa edição que é verdadeiramente um luxo!!!



Para todos os bloggeiros, tem uma super "promoção", rolando no Blog Cine Monstro, do nosso amigo Carlos Primati.




Irão ser 5 DVD's os sorteados, entre as pessoas que postarem lá no blog... as regras desse jogo, só acessando














cine-monstro.blogspot.com/2010/03/promocao-concorra-dvds-duplos-de-mangue.html">

Todos podem concorrer.... e ajudar a divulgar essa iniciativa tão bakana....

terça-feira, 19 de maio de 2009

Estão falando do Mangue por aí...
Vamos a compartilhar com vocês um texto súper legal que apareceu no dia 3 de maio/2009, no Caderno 2 do Jornal A Gazeta (ES).


É uma crônica escrita por Bernadette Lyra, curadora da Mostra de cinema de Bordas, acontecida no mês de abril, no Itaú Cultura, em São Paulo, da qual participamos com o "Mangue Negro"






Dois Filmes Capixabas e Uma Mostra de Bordas
(Bernadette Lyra)


Alguns leitores vêm me escrevendo para que eu explique o que é que eu chamo de cinema de bordas. Isso tudo por causa da Mostra que, na semana passada, aconteceu no Itaú Cultural, em São Paulo, da qual eu e Gelson Santana fomos os curadores. Eu explico sim, meus curiosos. É o nome que damos a certos filmes que são feitos de norte a sul do país, por gente que arruma uma câmera e sai por aí, juntando as histórias do lugar onde mora com tudo aquilo que já viu em outros filmes, em histórias em quadrinhos, em novelas de televisão e no que mais lhe vier à cabeça.
Não é preciso ser formado em cinema, nem muito menos ter muito dinheiro para fazer essas produções. Os recursos ficam perto de zero e os atores são os amigos, a sogra, a comadre da sagra, o papagaio, o cachorro, enfim o que passar pela frente e o diretor achar que dá um bom caldo. As histórias sempre são faroeste, kung-fu, aventuras nas selvas, comédias românticas, melodramas, ficção científica, terror e outros gêneros, Tudo alegremente misturado, juntado, remixado, já que esses corajosos e criativos realizadores não têm medo de pilhar e usar de segunda mão os tesouros comuns do cinema. O resultado dá calafrios e faz com que fiquem arrepiados os cabelos daqueles sujeitos que se consideram “os críticos de elite”
Agora, imaginem mostrar um lote desses filmes incríveis que catamos por todo o Brasil no endereço mais cult da Avenida Paulista! Claro que estou toda derretida com o glamour e com a badalação. Mas, o que mais me agradou nisso tudo foi que pudemos exibir os filmes de dois Cineastas capixabas. São eles: Seu Manoelzinho e Rodrigo Aragão.
Seu Manoelzinho é de Mantenópolis, cidadezinha que fica aí mesmo no Noroeste do Estado. De origem muito humilde, foi faxineiro e pedreiro até que descobriu sua paixão maior, que é fazer cinema. Então, pegou uma câmera caindo aos pedaços, juntou os camaradas, inventou umas histórias e desandou a filmar.
Mostramos “O Rico Pobre”, uma comédia chapliniana, mais que deliciosa. Contudo, Seu Manoelzinho já fez outros tantos. Inclusive, “O Homem sem Lei”, um faroeste com um cenário tão maravilhosamente improvisado e teatral que é um autêntico Lars Von Trier naif. Se fosse daquele famoso dinamarquês do “Dogma”, logo muitos “especialistas” estariam dizendo que é uma coisa de gênio!
Rodrigo Aragão mora em Guarapari. Não faz nenhum discurso eco-chato ou acadêmico, no entanto dirigiu “Mangue Negro”, um dos mais contundentes libelos contra a poluição dos nossos manguezais. Fez isso contando uma história arrepiante. São zumbis que, brotando da lama, espalham o medo, a podridão e a morte entre os moradores de um isolado local. “Mangue Negro” é tão belo em seu modo trash se ser e é tão poderoso em seu bonito horror que a platéia da Mostra, feita das mais diversas tribos afeitas ao cinema, saiu siderada depois da exibição.

Confesso que meu coração capixaba deu pulos ao escutar o ritmo do congo, logo na abertura do filme. Por isso, leitores queridos, a par da resposta que vocês me indagaram, eu aproveito e reverencio esses dois cineastas que falam ia!, taruíra e pocou, e têm nosso sotaque.
Ficamos emocionados com essas palavras, pois sempre defendemos a idéia de fazermos terror regional, con a cara do nosso estado, e assim, tá saindo daqui e conquistando outras platéias, como já aconteceu no Brasil a fora, em Buenos Aires, Santiago, Londres e em breve em Montevideo e México...